Em 25/07/2011 | Comentários : (2)
Moses Mendelssohn, avô do famoso compositor alemão, estava longe de ser um homem bonito. Além da pequena estatura, possuía uma grotesca corcunda.
Certo dia, visitou um comerciante em Hamburgo, que tinha uma adorável filha chamada Frumtje. Moses se apaixonou perdidamente por ela. Mas Frumtje sentiu repulsa por sua aparência disforme. Quando chegou a hora de sua partida, Moses reuniu coragem e subiu os degraus até o quarto dela, a fim de ter uma última oportunidade de lhe falar. Ela era de uma beleza celestial, mas sua recusa em olhar para ele lhe causou profunda tristeza.
Depois de tentar várias vezes conversar com ela, Moses perguntou timidamente:
- Você acredita que os casamentos são feitos no céu?
- Sim – respondeu ela, ainda olhando para o chão
- E você?
- Sim, acredito – replicou ele – Sabe, no céu, quando nasce um menino, Deus anuncia a menina que ele irá desposar. Quando nasci, minha futura noiva me foi apontada. Então, Deus acrescentou: “Mas sua esposa será corcunda”. Aí, eu gritei: “Oh, Deus; uma mulher corcunda seria uma tragédia! Por favor, Senhor, dê-me a corcunda e deixe-a ser bela.”
Então, Frumtje olhou bem dentro dos seus olhos e se comoveu com alguma profunda lembrança. Ela estendeu sua mão a Mendelssohn e, mais tarde, se tornou sua devotada esposa.
Li no blog do Fabiano, Marta e Tobias.
Em 09/05/2011 | Comentários : (1)
Venho aqui divulgar uma pesquisa que ratifica os benefícios do sexo somente após o casamento, seguindo a doutrina da Igreja. Vejam a notícia:
Sexo só depois do casamento promete relacionamentos mais estáveis
A conclusão é de um estudo da Associação Americana de Psicologia
Leia mais…
Em 09/04/2010 | Comentários : (2)
Aprendi nestes últimos tempos que o grande vício de muitos jovens é querer dominar. Pensando bem, este não é um desejo somente dos jovens, acaba por ser uma busca humana. Queremos sempre ter tudo sobre o domínio de nossas mãos e vontade. E como reagimos quando a situação foge de nosso controle? Nestas hora surge o desespero e o sentimento de ‘estou confuso’, ‘estou perdido’, e acabamos destruindo mais do que o necessário. Fazemos da situação pior do que ela realmente é.

Leia mais…
Em 05/04/2010 | Comentários : (2)
Gostaria de partilhar hoje um fruto de ressurreição em mim, tendo em vista a brevidade da celebração da páscoa. Desde o início deste ano fui convocado a adentrar espaços que há muito estavam trancados sem luz e vento. Porões afetivos que mantinham tralhas e quinquilharias sem valor, mas que decerto ocupavam espaço. Digo que fui convocado pelo fato de não ter consciência de que exato momento houve um convite cordial ou a opção de negar esta experiência. Os espaços a que me refiro são terrenos da minha subjetividade.
A experiência é difícil de aceitar, inicialmente é cheia de negação e revolta. No entanto, quando decido estancar os gemidos e abrir os olhos para ver, eu já estou dentro do porão, agora tenho a opção de encará-lo e arrumar, ou fugir e viver com medo de precisar retornar a este lugar. Graças às intervenções divinas neste processo através da oração, da partilha, silêncio e formações fui capaz de decidir enfrentar.
Leia mais…
Em 03/04/2010 | Comentários : (1)
Há uma canção que faz parte da trilha sonora teen. Talvez você leitor(a) a conheça, se não, pelo menos poderemos partilhar uma reflexão que ela pode nos propor. Vem comigo!
“Ei dor, eu não te escuto mais, você não me leva a nada. Ei medo, eu não te escuto mais, você não me leva a nada!¹”

Leia mais…
Em 23/03/2010 | Comentários : (5)
Categoria(s) : Afetividade
Todos nós temos pelo menos noção do quanto os afetos são necessários para o nosso crescimento na santidade e na vida cristã. Primeiro porque somos humanos e não existe ‘humanidade’, no sentido pleno da palavra, sem afetividade; depois porque o Reino de Deus, que é a meta da santidade e da vida cristã, se constrói com relações humanas, e as relações humanas são cheias de afetos de todo tipo. Existem pelo menos dois tipos de afetos, para ser simplista: afetos que curam e libertam e afetos que aleijam e aprisionam. Nós podemos nos encontrar em um dos dois tipos de afetos: ora num, ora noutro; há alguns anos fiz uma experiência de um afeto que aleija e apriosiona. O primeiro sinal deles é o fechamento e a incapacidade de reconhecer que “sem Jesus nada podemos fazer” (cfr. Jo 15,5). Depois do fechamento para o reconhecimento da ação de Deus na nossa vida por meio de Cristo, vem o fechamento ao outro. Aí caímos num descrédito contínuo em relação aos outros. Vem a tristeza, a insegurança, o medo de confiar em outras pessoas e a contínua dependência daquele por quem fomos afetados. É o efeito contrário dos afetos que curam e libertam. Qual é o caminho para a libertação?
Leia mais…
Em 07/02/2010 | Comentários : (4)
Categoria(s) : Afetividade
“(…) a inveja destrói as relações e cria embaraços desagradáveis. O invejoso é pior do que aquele que cobiça. O invejoso não deseja o que é do outro, deseja apenas que o outro não tenha o que tem, não seja o que é. O invejoso não tem e não é! Não como uma condição essencial, mas como consequência de sua própria negação por desperdiçar tanto tempo e tanta atenção à história alheia. Por que tanto medo de que o outro seja mais visto ou mais aplaudido? O que vale o instante? A cerimônia? O momento? Os apalusos se revezam, o poder é transitório, os holofotes iluminam cenários diferentes. Há espaço para todos (…) para todos os que se dispõem a trilhar o bom caminho.

(…) Leia mais…
Em 24/01/2010 | Comentários : (4)
Categoria(s) : Afetividade
Diante de uma experiência bem próxima, decidi escrever um pouco sobre um sentimento que hoje me faz recordar o Divino, relembrando-me quem sou e de qual “genética” fui criado. Tais experiências me recordam a herança de Deus que há em mim.




Compreendo a saudade como uma ressignificação do amor. Através da saudade lembro que tenho alguém que amo, e claro, sou amado, pois no amor a reciprocidade dá o tom. Leia mais…
Em 21/01/2010 | Comentários : (5)
Categoria(s) : Afetividade
Estou lendo um livro e me reservei o direito de não escrever nada; pedindo lincença ao escritor Gabriel
Chalita para que suas palavras reproduzam como uma pedra lançada ao lago, as mesmas ondas que em mim produziram.

“Não há amor eros quando apenas um ultrapassa a margem do rio. O banho não é solitário. E não é inteligente jogar água em quem não quer se molhar. A distância é longa, e por mais Leia mais…