Reflexão para o 19º domingo do tempo comum
Todos nós já vivemos momentos de tensões, de adversidades, de solidão. A liturgia deste domingo quer nos situar a Presença e a ação do Senhor, ao nosso lado, quando experienciamos essas situações adversas.
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Dentro de uma situação de perseguição por ter se mantido fiel a Deus e por ter lutado pela preservação do autêntico culto, o Profeta Elias sofre bastante e tem de fugir. Deus não o livra de situações dolorosas, mas se manifesta de modo firme e com linguagem diferente da dos opressores. Deus se torna presente a Elias através de uma brisa leve. Isso nos fala a primeira leitura, extraída do 1º Livro dos Reis.
Esta página do Evangelho, cap. 14 de Mateus, nos apresenta Jesus fazendo com que seus discípulos experimentem situação adversa. O Senhor proporciona aos Apóstolos a experiência de confiarem n’Ele, de sentirem-se seguros, em meio a situações adversas, apenas em Sua Palavra.
Eis a cena: após a multiplicação dos pães e dos peixes, após ter curado as pessoas, Jesus impele, leva os discípulos a embarcarem e a aguardá-lo na outra margem. Os Apóstolos estão alegres e confiantes. O Mestre fez belo discurso, curou os doentes, deu comida para todos e agora vai rezar. Eles sentem-se obrigados a deixar aquele que é o porto seguro e a atravessarem sozinhos o mar, viver uma situação de risco e até de desamparo. Contudo, o Mestre avisou que se encontrariam no outro lado. Portanto, não foi uma despedida, mas um até logo, apesar de terem a missão de atravessar a zona tenebrosa do mar, já dentro de um horário em que a luz diminuía e se dirigindo para uma região pagã.
Jesus permanece em oração, certamente pedindo ao Pai para fortalecer aqueles que Ele lhes dera.
No meio da noite, no meio do escuro, da incerteza, da dúvida, a barca onde estão os discípulos é agitada pelo vento. É a turbulência! No trabalho, na família, nos relacionamentos, na vida pública, as turbulências se fazem presentes e colocam à prova nossas certezas, nossas seguranças, sejam físicas, psíquicas ou espirituais. Os discípulos, já amedrontados, gritam de pavor quando avistam no mar um vulto. O medo é tamanho que são incapazes de refletir que Jesus já demonstrara amá-los e exercer seu poder para preservá-los. Gritam de medo!
Jesus, o Príncipe da Paz, faz jus ao seu nome e anuncia: “Tende confiança, sou eu, não tenhais medo!” Apesar do que vê, apesar das experiências passadas, Pedro ainda pergunta pedindo prova:
“Senhor, se és tu, manda que eu vá ao teu encontro sobre as águas.” Jesus diz sim e Pedro começa a caminhar, mas quando o vento sopra, surge a insegurança e Pedro começa a afundar. Ele acredita mais na força do perigo da água do que na Palavra de Jesus. Confia mais na insegurança, no poder da fragilidade, do que no amor de Jesus.
A dúvida o fez afundar e o mesmo acontece conosco! Quem não arrisca, afunda sempre! Aí ele grita pedindo socorro. Jesus estende a mão e o repreende: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?”
Jesus sobe à barca e o vento cessa. Quando temos consciência de que Jesus está conosco, de que ele é o Emanuel, todo e qualquer perigo desaparece de nossa mente. A certeza da presença, do companheirismo de Jesus é determinante para atraversarmos qualquer turbulência.
Certos disso, os Apóstolos deram glória a Deus ao se prostrarem e professarem a fé: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus”!
Vivamos na fé. O Senhor é nosso companheiro por toda a vida. Em qualquer situação que estejamos vivendo, Jesus está ao nosso lado e pede ao Pai por nós, para que sejamos fiéis a Ele, para que saibamos que nada de mal nos poderá suceder porque Deus está conosco!
Vivamos nossa vida, cumpramos nossa missão, atravessemos com garbo as dificuldades, certos de que jamais estamos sozinhos. Poderemos fazer tudo isso não baseados em nós mesmos, mas no poder de Deus. “Quando sou fraco, então é que sou forte!
Arcebispo de SP comenta uso de frase do evangelho na parada gay
Em um recente artigo que tem como título “Parada Gay: respeitar e ser respeitado”, divulgado nos dias passados no site da Arquidiocese de São Paulo, o Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer explica que o mesmo direito constitucional que ampara o respeito às manifestações a favor dos homossexuais, “também garante o respeito aos direitos dos outros, aos seus símbolos e organizações religiosas”. “Quem luta por reconhecimento e respeito, deve aprender a respeitar”, adverte Dom Scherer negando as acusações de que a Igreja seja uma organização homofóbica.
Escute os comentários do Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer.
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por Rádio Vaticano.
Reflexão para o 13º domingo do tempo comum
A liturgia de hoje propõe à nossa reflexão, uma história muito bonita. O rico, que sempre é malvisto por causa de suas atitudes, no relato de hoje, tem uma atitude belíssima, de profunda fé e grande despojamento.
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Uma mulher rica, mas estéril, habitante em uma região onde se adorava um deus pagão, patrono das pessoas desejosas de ter filhos, não sedeixa contaminar com essa religião. Ao contrário, ela, depois de hospedar inúmeras vezes o Profeta Eliseu, um grande defensor de Javé, pede a seu marido construir, em sua casa, um quarto confortável para que o profeta pudesse descansar, quando viesse em missão.
Esse pedido, faz com que a ajuda ao profeta fosse algo que envolvesse sua família. Ela poderia ter pedido uma grande quantia para dar de ajuda ao profeta. Ele receberia, ficaria grato e iria embora; mas ela não pensa assim. Ela desejou hospedá-lo em sua casa, além do conforto, quis dar-lhe afeto, o carinho de uma família.
A mulher, cujo nome não sabemos, além de permanecer fiel a Deus tem a iniciativa de participar na ação missionária do profeta. Eliseu, cheio de gratidão, lhe anuncia que, apesar de ser estéril e de seu marido, bastante idoso, será mãe.
Aquilo que certamente, mais desejava na vida, ser mãe, e não pedira aos deuses, mas permanecera fiel a Javé, Ele a presenteia para alegrar seu coração, tão generoso e fiel.
No Evangelho, Jesus retoma essa questão da recompensa. Ele vê a generosidade em favor da missão. Ao mesmo tempo em que o Senhor é exigente com seus enviados, ele diz que aquele que receber um missionário, recebe ele, o Senhor e terá a recompensa como se a acolhida tivesse sido feita a ele, Jesus. Não nos esqueçamos do recado que o Senhor nos deu a respeito de um gesto tão simples que é dar um copo de água ao que tem sede.
Eis aí o sentido de uma frase muito nossa, que repetimos frequentemente: “Deus lhe pague!” Não significa que jogamos nas costas de Deus, as nossas dívidas, como jocosamente falamos, mas que somos conscientes de que aquela pessoa, que nos socorreu naquela nossa necessidade, só poderá receber, a altura, a retribuição do bem que nos fez, através do Senhor.
Não façamos o bem pensando na recompensa. Ele deverá ser feito gratuitamente. Mas, ao mesmo tempo, saibamos que o Senhor está atento à generosidade de nosso coração, para nos retribuir com aquilo que é necessário para a plenitude de nossa felicidade. E a plenitude de nossa felicidade é o AMOR, AMAR e SENTIR-SE AMADO.
Papa convida a celebrar solenidade do Corpo de Deus
Bento XVI convidou hoje os católicos a celebrar a solenidade do Corpo de Deus, esta quinta-feira, dia no qual o próprio Papa vai presidir a uma procissão pelas ruas de Roma.
“Que esta solenidade inflame em nós o respeito e o amor pela eucaristia, fonte inexaurível de graça”, disse, falando em polaco, durante a audiência geral de hoje, na Praça de São Pedro.
O Papa aludiu às celebrações da missa e às procissões que acontecem neste dia, esperando que os fiéis se unam “a este ato de profunda fé para com a eucaristia, que constitui o mais precioso tesouro da Igreja e da humanidade”.
A solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, conhecida popularmente como “Corpo de Deus”, começou a ser celebrada há mais de sete séculos e meio, em 1246, na cidade de Liège, na atual Bélgica, tendo sido alargada à Igreja latina pelo Papa Urbano IV através da bula “Transiturus”, em 1264.
Hoje denomina-se solenidade do Corpo e Sangue de Cristo.
A procissão com o Santíssimo Sacramento é recomendada pelo Código de Direito Canônico, no qual se refere que “onde, a juízo do Bispo diocesano, for possível, para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia faça-se uma procissão pelas vias públicas, sobretudo na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo”.
Reflexão para a solenidade da Santíssima Trindade
Hoje, de um modo especial, celebramos Deus. Mas quem é Deus? Como explicá-lo? Como defini-lo? Como conhecê-lo? Nenhuma pergunta sobre Deus pode ser respondida por nós humanos. Deus nos supera!
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Temos noção de quem Ele é, mas não conseguimos defini-lo. É impossível! Ele é a eterna surpresa. Nosso Deus não é o Deus dos filósofos, mas é o Pai de Jesus Cristo, é o próprio Cristo, é o Espírito de Amor.
Para conhecê-lo deveremos abrir a Sagrada Escritura, principalmente o Novo Testamento, e ver o que Jesus, o Verbo Encarnado, nos diz.
O Evangelho de hoje, tirado de São João, nos fala que Deus é o Amigo do Homem, não apenas o seu Criador, mas o seu Redentor, aquele que o protege e que foi capaz de sofrer e morrer para que o Homem tivesse a plena felicidade.
Já São Paulo em sua Carta aos Coríntios nos orienta sobre a resposta a ser dada ao Deus Amigo. O homem deverá deixar-se transfigurar através dos dons, das qualidades divinas, especialmente pelo amor, pelo perdão e pelo serviço.
Falar com Jesus é falar com Deus. Sua bondade foi tanta que Ele se revelou a nós na pessoa de Jesus.
Filipe, quem me vê, vê o Pai. Dirijamo-nos ao Deus de Amor, a esse Deus que, por amor, rasgou seu coração, e sintamos a plenitude de seu querer bem a nós. Se o mandamento se resume em amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo, do mesmo modo como Ele nos amou, saibamos que antes de tudo o Senhor não só nos criou, mas, por amor a nós, se entregou até a morte.
Pe. Cesar Augusto dos Santos, S.J.
Bento XVI destaca visita apostólica durante audiência geral
Ontem, na quarta-feira o Papa Bento XVI fez sua habitual audiência geral. A primeira fala em língua portuguesa, antes mesmo das palavras de Bento XVI, destacou a Carta de São Paulo aos Colossenses.
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Como de costume, na primeira Audiência Geral após uma viagem apostólica, o Papa recordou os principais fatos que marcaram sua passagem pela Croácia, no último fim de semana.
“Para mim foi muito importante confirmar na fé, sobretudo, as famílias, que o Concílio Vaticano II chamou como as Igrejas domésticas. O Beato João Paulo II, que esteve três vezes na Croácia, deu grande impulso ao papel da família na Igreja. Na Europa de hoje, as nações com sólida tradição cristã, têm uma responsabilidade especial em defender e promover o valor da família com base no casamento – que permanece decisivo – seja no campo da educação ou no campo social. Esta mensagem tem uma particular relevância para a Croácia, que é rica de patrimônio espiritual, ético e cultural, e está perto de entrar na União Europeia”.
O claro apoio do Vaticano à entrada da Croácia na União Europeia foi reiterado mais uma vez durante o discurso de Bento XVI na manhã desta quarta-feira.
“Olhar a Europa do ponto de vista de uma nação antiga e sólida tradição cristã, que é parte integrante da civilização europeia e também se aproxima de entrar na unidade política, fez sentir novamente a urgência do desafio que se mostra hoje ao povo do continente europeu: de não ter medo de Deus, do Deus de Jesus Cristo que é amor e verdade, e não tira a liberdade, mas a concede e doa a um horizonte de esperança. Cada vez que o sucessor de Pedro realiza uma viagem apostólica, todo o corpo eclesial participa de algum modo do dinamismo de comunhão, de missão, próprios do seu ministério. Agradeço todos que me acompanharam e sustentaram com orações, querendo que minha visita pastoral transcorresse otimamente. Agradeçamos ao Senhor por essa grande doação e peçamos a ele pela intercessão da Virgem Maria, Rainha dos Croatas, que as sementes gerem frutos abundantes para as famílias croatas, para toda a nação e toda a Europa”.
O Papa também falou em língua portuguesa. Ele resumiu a mensagem da visita apostólica à Croácia para os peregrinos lusófonos.
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Hoje gostaria de comentar brevemente a minha Visita Pastoral à Croácia, realizada no sábado e domingo passados, tendo como lema “juntos em Cristo”. O motivo principal da visita era a Primeira Jornada Nacional das famílias católicas croatas, cujo ponto culminante foi a celebração eucarística dominical, no hipódromo de Zagreb. Vivida no contexto da novena de Pentecostes, o clima espiritual se assemelhava a um grande cenáculo, com as famílias invocando juntas o dom do Espírito Santo. No dia anterior, ao entardecer, houve uma vigília com os jovens. Propus-lhes a pergunta que Jesus fez aos seus primeiros discípulos: “Que procurais?”, lembrando-lhes que a alegria da fé é descobrir que Deus é o primeiro a amar-nos. Outros dois momentos importantes da minha visita foram a celebração das vésperas na Catedral, com os bispos, sacerdotes, religiosos, seminaristas e noviços, e o Encontro no Teatro Nacional de Zagreb com expoentes ilustres da sociedade civil e religiosa, aos quais, falando da grande tradição cultural croata, recordei a profunda vocação da Europa de zelar e renovar um humanismo que possui raízes cristãs.
Amados peregrinos de língua portuguesa, sede bem-vindos! A todos saúdo com grande afeto e alegria, de modo especial a quantos vieram de Portugal e do Brasil com o desejo de encontrar o Sucessor de Pedro. Desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades. Ide em paz!
Os desafios dos jovens brasileiros
O Cardeal Arcebispo de São Paulo Dom Odilo Pedro Scherer enviou nesta última semana através do site de sua arquidiocese uma mensagem aos jovens que se preparam para participar, em agosto próximo, da Jornada Mundial da Juventude em Madri (JMJ).
Dom Odilo destacou que as JMJ são verdadeiras manifestações de fé que servem para promover a mensagem cristã no mundo. Sublinhou ainda que o texto de S. Paulo escolhido pelo Papa Bento XVI para servir de tema a esta jornada é um desafio, pois exorta todos os jovens a “ficarem firmes no que se aprendeu do Evangelho”.
O cardeal vai mais longe ao dizer que este tema “Enraizados e edificados em Cristo, Firmes na fé” é um compromisso de que a fé dos jovens deve ser forte para que não sejam levados “por qualquer vento de doutrina, como folhas levadas pelo vento, planta sem raiz, casa construída sobre a areia…”.
Neste verão cerca de 10 mil jovens de todo o Brasil preparam-se para ir a Madri para celebrar esta grande festa de fé que é a JMJ.
Escute o podcast em que Dom Eduardo Pinheiro da Silva, bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, fala sobre os jovens brasileiros e os grandes desafios que ele devem superar todos os dias. Inicialmente Dom Eduardo fala sobre o drama da violência que atinge a juventude brasileira.
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O áudio possui pouco menos de 6 minutos de duração.
Bento XVI e a oração como “luta corpo a corpo” com Deus
Na habitual audiência geral de quarta-feira de hoje 25/05/2011, o Papa Bento XVI salientou que a oração exige luta, firmeza e humildade, numa relação com Deus sujeita a atravessar períodos de incerteza. A existência humana é como uma “longa noite de combate e oração, habitada pelo desejo de bênção divina” que, recebida “com humildade” através da “misericórdia” de Deus, dá uma nova identidade à pessoa.
A alocução do Papa, baseou-se no relato do livro bíblico do Génesis que conta a luta nocturna de Jacó com um desconhecido, que ao amanhecer o protagonista viria a reconhecer tratar-se de Deus. Depois de salientar que a Igreja tomou esta narrativa como “símbolo da oração como combate da fé e vitória da perseverança”, Bento XVI referiu que rezar “exige confiança e intimidade”, tratando-se “quase” de um “corpo-a-corpo simbólico, não com um Deus adversário, mas com o Senhor que abençoa e que permanece misterioso”.
A experiência espiritual pode ser “difícil” mas “transforma e é uma inesgotável fonte de graça”, assinalou o Papa, que deu como exemplo a mudança operada em Jacó, “cujo nome derivava do verbo hebraico que significa ‘enganar’”, e que veio a chamar-se “Israel, que significa ‘Deus é forte, Deus vence’”.A “noite” do patriarca torna-se para os crentes “um ponto de referência para compreender a relação com Deus que na oração encontra a sua máxima expressão”, frisou Bento XVI.
Dirigindo-se em língua portuguesa aos “queridos peregrinos” de Portugal e do Brasil, Bento XVI agradeceu a sua presença, realçando “quanto a mesma significa de confissão de fé e amor a Deus”, e estimulou-os a procurar na oração o auxílio de Deus “para combater a boa batalha da fé”.
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Hoje gostaria de refletir sobre um texto do Livro de Génesis: a luta noturna do Patriarca Jacó com Deus. Jacó havia usurpado a primogenitura do seu irmão Esaú e obtivera, por meio de engano, a bênção de seu pai Isaac indo depois refugiar-se junto do seu tio Labão. Ao voltar para a sua pátria improvisamente é atacado, de noite, por um estranho. Ao cabo de uma fatigosa luta “corpo-a-corpo” com este personagem misterioso, que aos poucos vai revelando a sua natureza divina, Jacó, cujo nome derivava do verbo hebraico que significa “enganar, suplantar”, recebe um novo nome que lhe vem de Deus: passa a se chamar Israel, que significa “Deus é forte, Deus vence”. A Tradição espiritual da Igreja interpretou esse episódio como um símbolo da oração como combate da fé e da vitória da perseverança. Realmente, a oração exige confiança e intimidade, quase um corpo-a-corpo simbólico, não com um Deus adversário, mas com o Senhor que abençoa e que permanece misterioso. De fato, toda nossa vida é como esta longa noite de luta e de oração: para receber com humildade a bênção que nos transforma e que nos permite reconhecer a face de Deus.
Queridos peregrinos vindos de Portugal e do Brasil, nomeadamente da paróquia de Itú, agradeço a vossa presença e quanto a mesma significa de confissão de fé e amor a Deus. Procurai sempre na oração o auxílio do Senhor para combater a boa batalha da fé. De coração, a todos abençoo. Ide com Deus!”
Estudo Bíblico: O evangelho segundo São Mateus
Disponibilizamos agora o estudo bíblico acerca do Evangelho segundo São Mateus, dando assim início à apresentação, em linhas gerais, aos livros sagrados do Novo Testamento:
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O áudio possui pouco menos de 6 minutos de duração.
Fonte: Rádio Vaticano
Beata Irmã Dulce dos pobres
Escute abaixo o podcast que conta um pouco da história de Irmã Dulce, que será beatificada amanhã dia 22/05. A beatificação de Irmã Dulce começará as 17hs com a Santa Missa, , seguida do roteiro litúrgico do Rito de Beatificação do Vaticano. A cerimônia será presidida pelo cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, representante do Papa Bento XVI.
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A beatificação de Irmã Dulce será transmitida pela TV Canção Nova.








